Com a mesma chave anônima que o seu front-end publica, do jeito que um visitante faria.
Envia PATCH e DELETE para cada tabela com o filtro id=eq.__veloz_audit_nonexistent__, que não corresponde a nenhuma linha, e confere se o banco recusa a operação por permissão.
Ver detalhes →Envia um INSERT para cada tabela com um id sentinela e uma coluna que não existe, e confere se o banco recusa a operação por permissão.
Ver detalhes →Chama por RPC, com a chave anônima, funções das extensões http, pg_net e dblink, e falha se alguma delas puder ser executada.
Ver detalhes →Pede /rest/v1/users com o cabeçalho Accept-Profile: auth, que seleciona o schema auth, e falha se a resposta for 200.
Ver detalhes →Usa a URL e a chave anônima do Supabase que estão nas variáveis de ambiente do serviço.
As sondas de UPDATE e DELETE filtram por um id que não existe, então nenhuma linha muda.
Nota de A+ a F, com a orientação de correção de cada falha.
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